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  • Silvio Luiz De Almeida
    Silvio Luiz De Almeida autor

    Silvio Luiz de Almeida é natural de São Paulo, capital. Jurista e filósofo, é doutor em filosofia e teoria geral do direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (Largo São Francisco). É professor das faculdades de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP) e da Universidade São Judas Tadeu (SP). Presidente do Instituto Luiz Gama. Publicou O direito no jovem Lukács: a filosofia do direito em História e Consciência de Classe (Alfa-Ômega, 2006).  

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  • Margem Esquerda 16 Dossiê: Hegemonia norte-americana: Estado e perspectivas
    R$ 30,00

    A nova edição da revista Margem Esquerda traz uma profunda análise, fruto de diferentes olhares dos principais pensadores marxistas brasileiros e internacionais, sobre os efeitos da crise de 2008-2009 que, ao contrário do que bradam políticos e empresários, não acabou nos Estados Unidos e em vários outros países e evidencia um processo sistêmico de rearranjo do capitalismo global. O entrevistado deste número é David Harvey, geógrafo inglês que investiga as dinâmicas geográficas da acumulação capitalista. Seu livro O enigma do capital, a ser lançado pela Boitempo, tornou-se referência aos interessados em entender a crise global sob a perspectiva ...

    Ano de publicação 2011.

  • Sartre - direito e política ontologia, liberdade e revolução
    R$ 45,60

    Se por filosofia do direito denominamos o modo como a tradição filosófica refletiu os temas da justiça e da ordem social, e por filosofia política, o pensar acerca do poder e seus fundamentos, poucos merecem o título de filósofo do direito e filósofo da política como Jean-Paul Sartre (1905-1980). É essa a principal tese apresentada por Silvio Almeida em Sartre: direito e política.Neste livro, o direito e a política são lidos à luz da densidade teórica e crítica da obra filosófica do pensador francês, seja no período inicial, com sua ênfase ontológico-existencial e sociopsicológica - em que uma aguda crítica à ética tradicional e à ideologia jurídica já pode ser vislumbrada -, seja mais tarde, quando a ênfase histórico-social resultará em um dos mome ...

    Ano de publicação 2016.

  • O ódio como política A reinvenção das direitas no Brasil
    R$ 15,00

    O ódio como política, organizado por Esther Solano, chega às livrarias durante o período eleitoral, no momento em que o campo progressista assiste perplexo à reorganização e ao fortalecimento político das direitas. 'Direitas', 'novas direitas', 'onda conservadora', 'fascismo', 'reacionarismo', 'neoconservadorismo' são algumas expressões que tentam conceituar e dar sentido a um fenômeno que é indiscutível protagonista nos cenários nacional e internacional de hoje, após seguidas vitórias dessas forças dentro do processo democrático. Trump, Brexit e a popularidade de Bolsonaro integram as complexas dinâmica ...

    Ano de publicação 2018.

  • Margem Esquerda 23 Dossiê: Brasil, que desenvolvimento?
    R$ 30,00

    Brasil, crescimento ou estagnação? Desenvolvimento ou desindustrialização? Em ano de eleições, polarizadas como poucas vezes se viu, a edição 23 da revista Margem Esquerda se propõe a discutir o presente e o futuro de nosso país. “Onda conservadora” de um lado – representada pela figura do tucano Aécio Neves – e a resistência democrática de outro, formada em torno da petista Dilma Rousseff, colocam em pauta diferentes projetos ou distintas nuances para o Brasil. Quais as causas e quais as extensões das turbulências que acometem a economia nos dias que correm? O dossiê “Brasil, que desenvolvimento?”, centrado no principal embate te&oac ...

    Ano de publicação 2014.

  • Margem Esquerda 27 Dossiê: Marxismo e Questão Racial
    R$ 30,00

    No dia 31 de agosto de 2016, o Senado brasileiro votou pela destituição da presidenta eleita Dilma Rousseff, consolidando o golpe jurídico-parlamentar-midiático que engendrou o maior retrocesso da democracia em nosso país desde a ditadura militar de 1964. No Brasil daquela época, o engodo foi denominado de “revolução”. Em 2016, novamente argumentam não se tratar de um golpe, já que todo o rito democrático teria sido seguido. Verdade é que a farsa do impeachment pôs fim ao pacto resultante da democratização brasileira feito há três décadas e consubstanciado na Constituição de 1988. Como resultado, junto com o governo usurpador vier ...

    Ano de publicação 2016.