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  • Angélica Lovatto
    Angélica Lovatto autor

    Angélica Lovatto é Professora do Departamento de Ciências Políticas e Econômicas, da UNESP, Campus de Marília-SP. Doutora em Ciências Sociais pela PUC-SP. Coordena o Grupo de Pesquisa CNPq “Pensamento Político Brasileiro e Latino-Americano – PEPO”, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais UNESP, onde atua como docente e pesquisadora. Faz estágio de pós-doutoramento em Ciência Política no IESP – Instituto de Estudos Sociais e Políticos (UERJ). Autora de A Utopia Nacionalista de Hélio Jaguaribe: os tempos do ISEB (2010). É membro do Programa de Mestrado Profissional de Sociologia em Rede Nacional (ProfSocio). É editora-assistente da Revista Novos Rumos. É pesquisadora do IELA – Instituto de Estudos Latino-Americanos (UFSC). É Diretora da ADUNESP Central – Associação dos Docentes da UNESP. 

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  • Intérpretes do Brasil clássicos, rebeldes e renegados
    Livro indisponível

    Clássicos, rebeldes e renegados' é o subtítulo de Intérpretes do Brasil, livro que os professores de História da USP Luiz Bernardo Pericás e Lincoln Secco organizaram para traçar um amplo panorama do pensamento crítico político-social brasileiro dos séculos XX e XXI. São ao todo 27 estudos e ensaios escritos por reconhecidos especialistas acadêmicos que se debruçaram sobre a vida e a obra de alguns dos principais intérpretes da história e da cultura no Brasil. 'Acreditamos que este livro é um aporte importante sobre vários intelectuais emblemáticos e suas teorias. Para isso, pudemos contar com a generosa colaboração de diversos estudiosos que se dispuseram a escrever sobre esses pensadores do Brasil.', enfatizam os organizadores.Para o historiador Herbert S. K ...

    Ano de publicação 2014.

  • Margem Esquerda 27 Dossiê: Marxismo e Questão Racial
    R$ 30,00

    No dia 31 de agosto de 2016, o Senado brasileiro votou pela destituição da presidenta eleita Dilma Rousseff, consolidando o golpe jurídico-parlamentar-midiático que engendrou o maior retrocesso da democracia em nosso país desde a ditadura militar de 1964. No Brasil daquela época, o engodo foi denominado de “revolução”. Em 2016, novamente argumentam não se tratar de um golpe, já que todo o rito democrático teria sido seguido. Verdade é que a farsa do impeachment pôs fim ao pacto resultante da democratização brasileira feito há três décadas e consubstanciado na Constituição de 1988. Como resultado, junto com o governo usurpador vier ...

    Ano de publicação 2016.