• Minhas compras
  • Entrar

O caderno azul de Jenny: a visita de Marx à Comuna de Paris

Michael Löwy, Olivier Besancenot

R$ 33,00 R$ 26,40

Este livro será enviado a partir do dia 14 de maio
O caderno azul de Jenny: a visita de Marx à Comuna de Paris
  • autor: Michael Löwy
    Olivier Besancenot
  • tradução: Fabio Mascaro Querido
  • apoio: Fundação Rosa Luxemburgo
edição:
selo:
Boitempo
páginas:
112
formato:
1cm x 14cm x 21cm
peso:
180 gr
ano de publicação:
2021
encadernação:
brochura
ISBN:
9786557170656

Escrito por Michael Löwy e Olivier Besancenot, O caderno azul de Jenny: a visita de Marx à Comuna de Paris é uma obra de ficção que acompanha Karl Marx e sua filha Jenny Marx em uma fictícia viagem a Paris, durante os acontecimentos da Comuna. Os autores reconstroem o que seria o caderno azul de Jenny, uma espécie de diário escrito durante a passagem da dupla pela cidade.

Um descendente da família Longuet descobre, num velho baú, um documento que permaneceu inédito e cuidadosamente escondido por Jenny, a filha mais velha de Marx. Este Livro azul, escrito em alemão, inglês e francês, descreve a visita clandestina de Jenny e de seu pai Karl à Paris em abril de 1871.

Durante duas semanas, os dois encontrarão os Communards. Para não ser reconhecido, Marx se disfarça, tinge o cabelo de preto e encurta sua barba, na tentativa de passar despercebido. Jenny descreve os encontros de Marx com diferentes personagens históricos como Leo Frankel, Eugène Varlin, Charles Longuet, Elisabeth Dmitrief e Louise Michel. Ele fica fascinado com a experiência que observa e descobre uma nova forma de fazer política.

 

Trecho

“Mohr voltou de sua caminhada muito feliz. Sacudia, diante dos nossos olhos atônitos, a última edição do Times, de Londres, esse órgão oficial da burguesia inglesa, com o título em cinco colunas na capa: Red Terrorists Seize Power in Paris. Tratava-se da proclamação da Comuna pelo Comitê Central da Guarda Nacional. Eu nunca tinha visto meu pai dominado por tal entusiasmo:
– É o proletariado que toma o poder! É o início da revolução social na França, talvez na Europa... O galo gaulês cantou! É melhor do que em 1848: desta vez, “eles” não nos receberão como em junho de 1848: os Vermelhos têm os canhões da Guarda Nacional...”.